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terça-feira, 27 de setembro de 2011

A história do Linux


O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua história agora, para que você entenda melhor a do Linux.
A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador), sendo assim o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já existia uma versão do Multics rodando num computador GE645.
Ken Thompsom era um pesquisador do Multics e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema. Desde então, sua idéia não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as idéias básicas do sistema. A partir daí, começa a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da Bell Labs, foi quem deu esse nome.
Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, rescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs.
Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, Sun, etc. O Unix, é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos (como mainframes) por diversas multinacionais.

LILO


Introdução
LILO é a sigla de LInux LOade. Trata-se de um programa que permite o uso de dois ou mais sistemas operacionais no mesmo computador. A ferramenta possui uma série de instruções para gerenciar o setor de boot (inicialização) do HD, permitindo que se inicialize o computador a partir de uma partição que não seja a primeira do disco.

Linux em casa x Linux nas empresas


Até mesmo quem nunca mexeu no Linux sabe que esse sistema operacional ganha novos usuários a cada dia. Quem acompanha as notícias com mais freqüência sabe que a maioria desses novos usuários são empresas. O número de companhias que estão adotando o Linux é cada vez maior. Mas, se por esse lado o Linux alcança esse sucesso, por outro, o lado dos usuários domésticos, o mesmo não acontece. Não, isso não significa que o número de usuários "caseiros" não cresce. Isso acontece sim, mas numa proporção menor se comparado ao crescimento do Linux nas empresas. Por que será que existe essa diferença?

Editor vi


Introdução
"vi" é a sigla para "Visual Interface". A origem desse nome se deve ao seguinte fato: quando o vi foi criado (começo da década de 80), não era comum existirem editores de textos como nos dias de hoje. Naquela época, você digitava um texto mas não podia vê-lo! Isso mesmo! Em 1992, foi criado o vim (Vi IMitator), um clone fiel ao vi, porém com muitas outras funcionaliades, que só foram sendo adicionadas. Algum tempo depois, o vim passou a ser chamado de `Vi IMproved' (vi melhorado).
O vim é um dos editores de textos mais utilizados no mundo Unix. Em alguns sistemas, existe um link simbólico (/bin/vi) apontando para o /usr/vim. Em outros, o /bin/vi é o executável, só que executa diretamente o vim. Muita gente acha que usa vi, mas na verdade utiliza o vim, e eles têm algumas diferenças. O que você verá abaixo fala sobre o vim.
O vim é um editor de textos muito poderoso, ele pode: abrir vários arquivos ao mesmo tempo, possui sistema de autocorreção, auto-identação, seleção visual, macros, seleção vertical de texto, uso de expressões regulares, sintaxe colorida, e muito mais. Ele não é exclusivo do Unix, ou seja, pode ser executado em outras plataformas, como Amiga, MacOS, Sun, Windows entre outras.
Existe também o gvim, que é o vim em modo gráfico, com todas as funcionalidades do vim em pleno funcionamento, o que muda é apenas o modo gráfico mesmo.
O vim possui vários modos, ou seja, estados em que ele se encontra. São eles: modo de inserção, comandos, linha de comando, visual, busca e reposição. Abordarei os dois principais:

Sistema de arquivos ext3


Introdução
Usuários experientes de Linux sabem que o sistema possui excelente performance no gerenciamento de dados, tanto no que diz respeito ao armazenamento, quanto nas alocações e atualizações de informações. Dentre vários, um dos grandes responsáveis por tanta eficiência é o sistema de arquivo (ou filesystem) ext3 (sigla para third extended file system), que passou a ser integrado definitivamente ao Linux (kernel) a partir da versão 2.4. Este artigo mostrará as características mais importantes do ext3, além das razões de sua alta performance.

Montando partições e discos no Linux


Introdução
O uso do GNU/Linux (aqui chamado somente de Linux) cresce a cada dia. Muitos usuários, ao visitarem sites sobre o sistema operacional ou ao ouvirem o relato de colegas que já usam o Linux, sentem-se incentivados a experimentarem o sistema. A grande maioria já tem o sistema operacional Windows instalado e decide compartilhar o computador também com o Linux. Mas quase sempre, o usuário necessita acessar arquivos presentes na partição do Windows. Isso é perfeitamente possível, através de um processo conhecido comomontagem da partição. Algumas distribuições Linux montam as partições Windows automaticamente, mas em outras, é necessário que o usuário faça isso manualmente. Esse processo é simples e será explicado aqui. Os procedimentos a seguir devem ser executados como usuário root ou outro que tenha permissões de administrador.

FreeBSD, OpenBSD e NetBSD: características de cada um


Introdução
O objetivo deste artigo é mostrar as características dos sistemas operacionais FreeBSD, OpenBSD e NetBSD, de forma que seja possível saber a diferença entre eles e qual o mais indicado para determinadas aplicações. Esta é uma dúvida muito comum aos que desejam utilizar um sistema operacional BSD, mas não sabem qual escolher. É muito importante que se saiba o que é e como surgiu o BSD. Por isso, este tópico será visto primeiro. Em seguida, serão mostradas as características de cada sistema BSD e no que estes diferem.

Afinal, qual o melhor Linux para um iniciante?


Introdução
Em sites, listas de discussão e fóruns sobre GNU/Linux (aqui chamado apenas de Linux) e Software Livre, uma das dúvidas mais freqüentes é "qual o melhor Linux pra mim?" e ainda há as variações dessa pergunta: "qual o melhor Linux?", "que Linux eu instalo?", "qual distribuição vocês indicam para um iniciante?", e assim vai. Este artigo foi escrito com a intenção de ajudar a esclarecer esse tipo de dúvida. Se você ainda não usa Linux, mas quer experimentá-lo e não sabe como, provavelmente este texto lhe será útil.

Usando cron e crontab para agendar tarefas


Introdução

Suponha que você seja dono de um serviço de hospedagem de sites e diariamente precisa disponibilizar, numa pasta acessível por FTP, o arquivo de log de acessos de um cliente. É trabalhoso fazer isso manualmente e na pior das hipóteses, você pode esquecer. Felizmente, o Linux conta com o serviço cron, que permite a realização de tarefas programadas em dias e horários determinados por você. O objetivo deste artigo é mostrar como fazer isso.

O kernel do Linux


Introdução
Independente de qual seja, todo sistema operacional possui um kernel. Trata-se de um item fundamental, que antes do Linux era conhecido apenas por estudantes de computação de grandes universidades ou por desenvolvedores da área. Após o surgimento do Linux, o termo kernelficou mais conhecido e qualquer um que já tenha se aventurado no Linux provavelmente sabe de sua existência. Porém, os conceitos que envolvem o kernel não são claros a muita gente e, por isso, poucas pessoas sabem exatamente o que é kernel. O objetivo deste artigo é dar explicações sobre isso, mas com ênfase no kernel do Linux.

A história do Tux, o pingüim-símbolo do Linux


Introdução
Basta o desenho de um pingüim aparecer em qualquer lugar (site, revistas, livros, etc) para que muitas pessoas com conhecimentos de informática associem a imagem ao Linux. Também pudera, O Tux é uma figura de um pingüim que virou logotipo desse sistema operacional. Este artigo mostrará como e quando o Tux virou mascote do Linux e também explicará a escolha de seu nome.

O usuário root


Introdução
O Linux (na verdade, qualquer sistema operacional baseado em Unix) possui um tipo de usuário que tem acesso irrestrito aos arquivos e processos do sistema: trata-se do usuário root ou super usuário. Este artigo, voltado a iniciantes, mostrará qual a utilidade dessa conta e os cuidados que a cercam. Para isso, são abordados os seguintes assuntos: processos e arquivos, UID e GID, e comandos su e sudo.

O gerenciador de boot GRUB


Introdução
Gerenciadores de boot são softwares capazes de iniciar o processo de carregamento de sistemas operacionais em um computador. Por diversas razões, é comum encontrar máquinas que possuem mais de um sistema operacional instalado. Nestes casos, os gerenciadores de boot têm papel importantíssimo, pois cabe a eles a tarefa de permitir ao usuário o carregamento de um ou outro sistema. Este artigo apresentará e abordará as principais características do GRUB, um gerenciador de boot cada vez mais usado, principalmente em instalações que envolvem o Linux.

Servidor Samba: o que é


Introdução
O Samba é um "software servidor" para Linux (e outros sistemas baseados em Unix) que permite o gerenciamento e compartilhamento de recursos em redes formadas por computadores com o Windows. Assim, é possível usar o Linux como servidor de arquivos, servidor de impressão, entre outros, como se a rede utilizasse servidores Windows (NT, 2000, XP, Server 2003). Este artigo faz uma abordagem introdutória ao Samba, mostrando suas principais características e um pouco de sua história.

Processos no Linux


Introdução
Nos sistemas operacionais, um processo é a forma de representar um programa em execução. É o processo que utiliza os recursos do computador - processador, memória, etc - para a realização das tarefas para as quais a máquina é destinada. Este artigo mostrará os principais conceitos relacionados a processos no Linux e as ferramentas usadas para manipulá-los e gerenciá-los.

Como começar a usar o Linux


No título desta coluna, pensei em colocar algo como "A difícil arte de usar Linux", porém, na verdade, essa coisa de dificuldade é relativa e, na maioria das vezes, uma impressão exagerada. Começar a usar o Linux pode até exigir uma reeducação - no sentido de mudar de hábito -, mas não requer um treinamento intensivo ou uma dedicação digna de assuntos complexos, como muitos pensam.
Para começar a usar o Linux, duas coisas são importantes: boa vontade. A outra? Ter acesso a um computador onde se possa rodar o Linux.

Como usar o apt-get


Introdução

O apt-get é um recurso desenvolvido originalmente para a distribuição Debian que permite a instalação e a atualização de pacotes (programas, bibliotecas de funções, etc) no Linux de maneira fácil e precisa. Este artigo, dividido em duas partes, mostrará como utilizar seus principais recursos.
Vale frisar que o apt-get deve ser utilizado através de um usuário com privilégios de administrador.

Conhecendo o Servidor Apache (HTTP Server Project)


Introdução
Pelo menos até o desenvolvimento deste artigo, o Apache era o servidor Web mais usado no mundo, tendo um domínio de mais de 60%. Por ser tão importante assim, nada melhor do que entender um pouco o Apache, conhecer sua história e saber como começar a utilizá-lo. É isso que você verá nas próximas linhas.

Apresentando o GNOME (GNU Network Object Model Environment)


Introdução
O GNOME (GNU Network Object Model Environment) é um ambiente gráfico disponível sob a licença GPL a muitos sistemas operacionais baseados em Unix, com destaque para as distribuições Linux e BSD. Este artigo tem como principal objetivo mostrar suas principais características, de forma que o usuário possa analisar se esse ou se outro ambiente de desktop (como o KDE) é o mais adequado às suas necessidades.

Apresentando o KDE (K Desktop Environment)


Introdução
O KDE (K Desktop Environment) é um dos mais utilizados ambientes gráficos para Linux e para outros sistemas operacionais baseados no Unix. Por esta razão, este artigo fará uma apresentação de suas principais características e contará um pouco de sua história.
O que é KDE
Em primeiro lugar, o KDE pode ser considerado um ambiente gráfico, isto é, um recurso que permite a visualização de imagens, vídeos, animações, etc e a interação com essas características através de mouse, teclado e outros. Vale frisar que os ambientes gráficos precisam executar sobre sistemas gráficos, sendo o Xfree86 e o X.Org os mais conhecidos.
Em segundo lugar, o KDE pode ser tido como um gerenciador de janelas (window managers), ou seja, uma ferramenta que determina o tamanho e o formato de janelas, botões, ícones, entre outros.
Konqi, mascote do KDEEm terceiro lugar, o KDE pode ser considerado um ambiente de desktop, pois além de dar sentido à parte gráfica do sistema operacional, também oferece aplicativos muito interessantes, como o editor de texto KWord (integrante do KOffice), o navegador de internet Konqueror, o leitor de arquivos em PDF KPDF, etc.
Em relação ao quesito "visual", o KDE é um dos mais bonitos. Isso porque permite o uso e a criação de temas dos mais variados tipos, possibilita a utilização de efeitos gráficos e conta com gente muito criativa para isso. Os usuários encontram em sites como o KDE-Look.org centenas de combinações gráficas disponíveis. Aliando isso à possibilidade dos usuários contarem com vários itens de personalização, é difícil encontrar desktops com KDE exatamente iguais.
O principal "concorrente" do KDE é o GNOME, analisado nesta página. Ambos exigem bons recursos de hardware para uma execução plena de tudo o que oferecem. Por isso, computadores antigos podem contar com gerenciadores de janelas mais simples, como o BlackBox, Enlightenment, FluxBox, Window Maker e Blanes, os mais conhecidos aqui no InfoWester. Muitos deles permitem a execução de aplicativos desenvolvidos para o KDE e para o GNOME.
Características do KDE
O KDE foi desenvolvido com base no Qt, uma biblioteca para o desenvolvimento de aplicações gráficas pertencente à empresa Trolltech. Isso não significa que é necessário pagar pelo uso do KDE, já que o Qt é gratuito para projetos de código-fonte aberto.
Em relação às características funcionais, o KDE é excelente! A começar por uma barra no desktop que dá acesso aos principais programas e recursos do sistema operacional. Usuários do Windows podem entender essa barra como sendo semelhante ao botão Iniciar. Essa barra também conta com ícones de acesso aos aplicativos mais usados (o usuário pode escolher quais), pode ter tamanho e posição diferentes do padrão, assim como pode ter visual e cores alterados facilmente (ao contrário do que ocorre com o seu equivalente no Windows, muito limitado neste aspecto). E, como não poderia deixar de ser, essa barra também pode exibir a data e hora atual.
Imagem do desktop do KDEDesktop KDE
Para customizar o KDE e parte do sistema operacional, os usuários contam com o Centro de Controle KDE. Por ele é possível, por exemplo, configurar a aparência e aplicar temas, acessar recursos de energia (útil para quem usa laptops), alterar o desktop (Área de Trabalho) e mudar opções de idioma ou localização. Ao acessar qualquer dos itens disponíveis, suas opções são mostradas numa área maior localizada à direita. A organização do Centro de Controle KDE é muito bem feita, de forma que até os usuários mais leigos consigam personalizar o sistema à gosto.
Um outro recurso do KDE que merece destaque é o navegador Konqueror. Como ele é integrado ao KDE, o navegador consegue executar vídeo, áudio e outras aplicações disponíveis na Web sem maiores complicações. Assim como acontece com os browsers Firefox e Opera, o Konqueror também possui navegação por abas, permitindo que em uma mesma janela haja várias páginas abertas.
O Konqueror também pode ser usado como gerenciador de arquivos, isto é, permite acesso organizado a pastas e arquivos do usuário, exibindo, por exemplo, miniaturas de figuras e trechos de arquivos de texto. Nesta função, o Konqueror também oferece opções de busca, arrastar e soltar arquivos, entre outros.
KonquerorKonqueror
Como não poderia deixar de ser, o KDE também permite multi-desktops, uma característica clássica do Linux. Por meio dela é possível acessar mais de uma área de trabalho no sistema, alternando-se entre elas através de botões na barra do KDE. Assim, em uma área é possível deixar abertos softwares de edição de áudio, em outra páginas e arquivos uma pesquisa acadêmica, em uma terceira planilhas do trabalho, e assim por diante.
Por fim, os já citados aplicativos para o KDE chamam a atenção por sua quantidade. Há softwares para os mais diversos fins:
- pacote de escritório KOffice, com editor de textos, planilhas, manipulador de imagens, etc;
- cliente de e-mail Kmail;
- leitor de RSS aKregator;
- tocador de áudio amaroK, capaz de indexar uma lista de reprodução a banco de dados, como o MySQL;
- jogo de golf Kolf;
- organizador de fotos digiKam, capaz inclusive de capturar imagens de câmeras digitais conectadas ao sistema;
- KLatin, ferramenta para auxiliar estudantes de latim (sim, até isso o KDE tem!);
- sistema de impressão KDEPrint, que permite, entre outros, gerenciar impressoras em rede;
- software de mensagens instantâneas Kopete, compatível com MSN Messenger (Windows Live Messenger), ICQ, AIM, Yahoo! Messenger, Jabber (usado pelo Google Talk) e até com canais de IRC (Internet Relay Chat);
- programa de backup (cópia de segurança) Keep;
- cliente para BitTorent KTorrent.
KSpreadPlanilha KSpread
Esses são apenas alguns exemplos. A quantidade de aplicativos para o KDE é enorme, em parte por causa do KDevelop, abordado a seguir.
KDevelop
O KDevelop é um interessante ambiente de desenvolvimento integrado (IDE - Integrated Development Environment) para o KDE, embora permita a criação de software para outros ambientes. Por meio dele é possível desenvolver software usando recursos visuais para as mais diversas aplicações.
A versão testada pelo InfoWester, a 3.2, é compatível com uma série de linguagens, como C/C++, Java, Python, Perl, Pascal, Ruby, Fortran e até instruções em SQL. No entanto, vale frisar que o KDevelop não possui compilador, usando quase sempre o GCC (GNU Compiler Collection) para isso.
Para saber mais sobre o KDevelop, visite seu site oficial.
Breve história do KDE
O projeto KDE surgiu em outubro de 1996 por iniciativa de Matthias Ettrich, programador alemão e usuário de Unix insatisfeito com suas interfaces. Por ter interesse em uma interface gráfica com mais recursos, deu início aos trabalhos junto a um grupo de desenvolvedores e, no ano seguinte (1997), surgiu a versão 1.0 do KDE, que contava com uma barra de tarefas, um gerenciador de arquivos (o Kfm) e uma série de aplicativos.
A versão 2.0 do KDE, lançada em 1999, trouxe como principais novidades o Konqueror, mais aplicativos e o fato mais curioso: o KDE havia sido totalmente reescrito.
SuperKaramba
O SuperKaramba é uma ferramenta para o uso de applets (pequenos aplicativos) para os mais diversos fins: monitoração dos recursos do computador, informativo sobre previsão do tempo, relógio, notas, calendários, etc.
O interessante no SuperKaramba é que a ferramenta separa conjuntos de funcionalidades por temas. Um tema muito conhecido é o TDE (The Desktop Enhancements), que informa o espaço disponível no HD, oferece um aplicativo de anotações, mostra os usuários ativos, exibe o status das conexões de rede, entre outros.
SuperKarambaSuperKaramba - tema TDE
Temas para o SuperKaramba podem ser encontrados no item Karamba do KDE-Look.org. O download do programa pode ser feito aqui.
KDM
Assim como o GNOME com o GDM, o KDE também possui um gerenciador de telas, o KDM (KDE Display Manager). Esse tipo de software permite que o usuário escolha, na tela de login, qualquer gerenciador de janelas para usar. Assim, se Fulano gosta do Window Maker, basta optar por ele no menu apropriado ao se logar. Se o irmão de Beltrano prefere o KDE, o procedimento é o mesmo.
O KDM também serve como interface gráfica de login. Assim, uma empresa pode colocar seu logotipo na tela que pede nome de usuário e senha, por exemplo.
Finalizando
Procura um bom motivo para usar Linux? O KDE, por si só, é uma excelente razão. Além de bonito, personalizável, fácil de usar e rico em aplicativos, esse ambiente de desktop conta com o apoio de muitos usuários dispostos a esclarecer dúvidas por meio de listas e fóruns de discussão.
A versão do KDE usada pelo InfoWester é a 3.5.2 e sua licença de uso é a GPL, que permite o uso em mais de um computador, custo zero de aquisição e acesso ao código-fonte.
O KDE está incluído em várias distribuições, por isso consulte o site ou a documentação de seu sistema, se não encontrá-lo em seu sistema operacional. Se preferir, visite este link para baixá-lo e para obter instruções sobre como instalá-lo.
Para mais informações, visite o site oficial do KDE. Bom proveito!
Escrito por Emerson Alecrim - Publicado em 01/08/2006 - Atualizado em 01/08/2006